Sinto-me feliz. Mesmo feliz. As relações interpessoais estão todas a correr bem. Acho que nunca aguentei tanto tempo sem armar confusão com ninguém - e isso é óptimo.
Pronto, mas como toda "a regra" tem excepção, nem tudo está bem. Sinto-me preocupada. O "velhote" não dá sinal de vida. Não é que eu queira falar com ele, porque a minha vontade é berrar-lhe aos ouvidos. Mas não sei como nem onde está. E é triste. Dos três, este foi o primeiro ex a foder-me a bidinha e a não ter uma amizade aceitável comigo.